quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Buracos? E não são poucos.

Já percebi a arma secreta de Vítor Gaspar para a crise.
Acho.
É capaz de o aleijar, mas vale a pena o esforço.
O que o nosso ministro das finanças tem de baixo dos olhos não olheiras...
Aquilo é um projecto de campo de golfe.
Quem é que vai por Vila Moura a um canto?
Exacto.
Pimba! Gaspar 1 Crise 0.
Essa história do IVA a 23% vai devastar o golfe é mentira.
Ele lá sabe.
Por falar em IVA...
Acho que a Iva Domingues é muito boa no que faz. Principalmente enquanto dorme.
Voltando ao IVA a sério, não o das correntes de ar.
Tive uma ideia que em termos de especulação ia funcionar muito bem e podia gerar discussões e uma guerra:
Então e se o IVA a 23% na restauração entrasse em vigor dia 1 de Dezembro e tomássemos posse de Badajoz e arredores?
Ganhávamos em caramelos. E mais nada.
Mas já adquiríamos uma percentagem simpática de território.

domingo, 9 de outubro de 2011

Albert John Garden won in Wood Island.

Alguém está surpreendido pela maioria absoluta de Alberto João na Madeira?
Se alguém está, tenho pena.
Jardim, além de ser um visionário e um pequeno tirano, é também um medium, mais que um messias.
É que fazer levantar idosos para irem às urnas votar, já sabemos que era tarefa fácil, mas chegar lá e o eleitor já ter o voto feito, é uma previsão espectacular... Até chegar alguém que por acaso não ia votar nele.
Assim aconteceu a uma madeirense da freguesia de Santo António no Funchal.
Outra das provas dessa capacidade sobre-humana de Alberto João é de por mortos a votar nele.
Gostaram da leve abordagem?
Óptimo, vamos mudar de assunto.
Este Sábado estive no Pátio da Galé, na Praça do Comércio. Disseram-me que ia ao Moda Lisboa.
Peço que não comentem isto com muita gente porque acho que só eu é que reparei:
Aquilo não era o Moda Lisboa. Era um festival daqueles LGBT.
Eu não quero saber como é que me deixaram entrar lá.
A parte de moda que lá houve foi a dos desfiles que para mim deu uma nova força ao lema: Antes de resolver os problemas lá fora, vamos resolver os que temos no nosso país. Que trocado por miúdos: Sim, há fome em África, mas no Moda Lisboa os subnutridos também são mais que muitos.
Não me quero armar em garanhão aqui, mas eu era homem para pegar em dez delas e leva-las a jantar. McDonalds, menús grandes e sem sanitas ou bidés por perto para elas não caírem na tentação do clister ou dos dedos à boca.
Mas o que é que aquela gente faz ao que come?
Aposto que o almoço foi um morango. Mas a dividir por cinco.
Aquilo é gente que não sabe o que é um bitoque.
E havia gente que estava nas bancadas que não sabe o que é fazer amor com uma mulher.
Que parecendo que não ainda enche.
Mas o que é isto?
Voltámos ao Salazar? Uma carcaça para dez?
Queixam-se, mas fazem igual.
Depois aconteceu uma situação muito gira:
Chegaram quatro rapazes para se sentar, mas só havia uma cadeira... Viraram-na ao contrário para caberem todos.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

À noite à noite à noite, estragam a TV à noite.

Olá, o meu nome é João e não sou gordo.
Não me obriguem a ver programas de gordos, SIC!
Nem de subnutridos ao nível do cérebro, TVI!
O Peso Pesado é um programa de sumo, mas sem violência fisica e com diabetes. É também um tentativa de levar o Dr. Fernando Póvoas à falência.
Querem que eles fiquem magros em três meses? Posso fazer uma sugestão? Obrigado.
Então é o seguinte: clisteres de hora a hora.
Sai barato e desenvolve o consumo de revistas cor-de-rosa.
Aquilo é gente que foi enganada, com certeza. Em vez de lhes porem uma banda gástrica instalaram-lhes um aspirador topo de gama com capacidade acima dos cinquenta litros. Se não foram enganados são preguiçosos.
Um deles diz que devido à gordura que tem está impossibilitado de ter uma vida sexual...
Eu consegui observa-lo durante um minuto e concluí que um rapaz daquela envergadura já tinha direito a ter um mapa de dele mesmo no Google Maps. Coisa que facilitava a parceira.
Em relação aos meninos e meninas da TVI...
A Casa dos Segredos para muito boa gente não passa de um novo conceito de IKEA, ou seja, os homens são uns armários e as mulheres fáceis de montar.

Resto de boa noite.

domingo, 2 de outubro de 2011

CGTP

Caso não saibam, minha gente, entre os muitos trabalhos remunerados em que não se faz nada, existe um que é digno e não tem qualquer sentido. Mas existe.
O que é trabalhar para a CGTP?
Defender o emprego, salários e melhor condição de vida.
Como?
A manifestar.
Isto funciona um bocado como os Morangos. Existem 10 pessoas que aparecem sempre, mas depois há que arranjar figurantes.
Mas tendo em conta que esta semana a CGTP juntou 130 mil é porque pagam melhor.
Basicamente o trabalho é marcar presença em comícios e manifestações, descer e subir a Avenida da Liberdade umas quantas vezes (mas sempre pelo lado da sombra), gritar 'fascistas!' e 'CGTP, unidade sindical!'.
É uma empresa que nunca irá à falência, há sempre coisas para contestar. Eu até era gajo para pegar na ideia e fazer franchising no sul da Europa, mas tenho pouco tempo para estas brincadeiras.
Mas dentro de toda esta corporação de tradição comunista há um líder.
E o que é ser líder de uma central sindical?
É comer croquetes e discursar no fim?
Croquetes não digo, roça o elitismo. Tem de ser um petisco mais reaccionário... Sei lá...
Pipis, por exemplo.
Ser líder da CGTP é ser parvo. Pouco mais do que isso.
No fundo é uma pessoa que troca o Chocapic pelo Xanax logo ao pequeno almoço.
E não digam que não há hospitais para tratar isto.
Há um muito bom que fica na faixa central da A5, sentido Cascais-Lisboa.

Adeus.