Alguém está surpreendido pela maioria absoluta de Alberto João na Madeira?
Se alguém está, tenho pena.
Jardim, além de ser um visionário e um pequeno tirano, é também um medium, mais que um messias.
É que fazer levantar idosos para irem às urnas votar, já sabemos que era tarefa fácil, mas chegar lá e o eleitor já ter o voto feito, é uma previsão espectacular... Até chegar alguém que por acaso não ia votar nele.
Assim aconteceu a uma madeirense da freguesia de Santo António no Funchal.
Outra das provas dessa capacidade sobre-humana de Alberto João é de por mortos a votar nele.
Gostaram da leve abordagem?
Óptimo, vamos mudar de assunto.
Este Sábado estive no Pátio da Galé, na Praça do Comércio. Disseram-me que ia ao Moda Lisboa.
Peço que não comentem isto com muita gente porque acho que só eu é que reparei:
Aquilo não era o Moda Lisboa. Era um festival daqueles LGBT.
Eu não quero saber como é que me deixaram entrar lá.
A parte de moda que lá houve foi a dos desfiles que para mim deu uma nova força ao lema: Antes de resolver os problemas lá fora, vamos resolver os que temos no nosso país. Que trocado por miúdos: Sim, há fome em África, mas no Moda Lisboa os subnutridos também são mais que muitos.
Não me quero armar em garanhão aqui, mas eu era homem para pegar em dez delas e leva-las a jantar. McDonalds, menús grandes e sem sanitas ou bidés por perto para elas não caírem na tentação do clister ou dos dedos à boca.
Mas o que é que aquela gente faz ao que come?
Aposto que o almoço foi um morango. Mas a dividir por cinco.
Aquilo é gente que não sabe o que é um bitoque.
E havia gente que estava nas bancadas que não sabe o que é fazer amor com uma mulher.
Que parecendo que não ainda enche.
Mas o que é isto?
Voltámos ao Salazar? Uma carcaça para dez?
Queixam-se, mas fazem igual.
Depois aconteceu uma situação muito gira:
Chegaram quatro rapazes para se sentar, mas só havia uma cadeira... Viraram-na ao contrário para caberem todos.
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