domingo, 2 de outubro de 2011

CGTP

Caso não saibam, minha gente, entre os muitos trabalhos remunerados em que não se faz nada, existe um que é digno e não tem qualquer sentido. Mas existe.
O que é trabalhar para a CGTP?
Defender o emprego, salários e melhor condição de vida.
Como?
A manifestar.
Isto funciona um bocado como os Morangos. Existem 10 pessoas que aparecem sempre, mas depois há que arranjar figurantes.
Mas tendo em conta que esta semana a CGTP juntou 130 mil é porque pagam melhor.
Basicamente o trabalho é marcar presença em comícios e manifestações, descer e subir a Avenida da Liberdade umas quantas vezes (mas sempre pelo lado da sombra), gritar 'fascistas!' e 'CGTP, unidade sindical!'.
É uma empresa que nunca irá à falência, há sempre coisas para contestar. Eu até era gajo para pegar na ideia e fazer franchising no sul da Europa, mas tenho pouco tempo para estas brincadeiras.
Mas dentro de toda esta corporação de tradição comunista há um líder.
E o que é ser líder de uma central sindical?
É comer croquetes e discursar no fim?
Croquetes não digo, roça o elitismo. Tem de ser um petisco mais reaccionário... Sei lá...
Pipis, por exemplo.
Ser líder da CGTP é ser parvo. Pouco mais do que isso.
No fundo é uma pessoa que troca o Chocapic pelo Xanax logo ao pequeno almoço.
E não digam que não há hospitais para tratar isto.
Há um muito bom que fica na faixa central da A5, sentido Cascais-Lisboa.

Adeus.

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